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Parece exagero, mas é que você, poxa vida, só você conseguiu pular o muro de dificuldades que levantei em volta de mim quando as palavras dor, saudade, ausência, falta e despedida fizeram de mim uma menina de lata. Você e seus cabelos escuros e sempre meio ensebados de vir da rua, seu abraço com cheiro de confiança e seus sorrisos nada comerciais. Eu, menina com os pés no chão e sem teto, acabei de decidir que vou levar um choque térmico, atravessando bruscamente pro lado quente da calçada. Conto contigo. Então, ficaí. — por
Gabito Nunes (via
g0fucker)
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— Eu te amo. – murmurou ela enquanto enroscava-se no rapaz, que sorriu presunçoso.
— Que pena. – riu ele, acariciando a perna descoberta de Victoire, que repousava sobre as suas.
— Você é um idiota.
— Obrigada, você também.
Ela aplicou um beijo no pescoço dele.
— Eu te amo – ele deslizou a mão para dentro da blusa dela: tinha que aproveitar enquanto não estavam brigados. — por
Linhas Tortas, the-puzzle (via
g0fucker)
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Vem, amor, vem. Poderíamos tomar um capuccino, jogar xadrez, Pictureka quem sabe.Poderíamos ler poesias de Vinicius de Moraes, ou então cada de um poderia ler partes de um livro do Stephen King.Poderíamos dar uma volta no parque, ou na pracinha ver as crianças brincarem.Poderíamos fazer uma balada a dois, com muito refrigerante e musica eletrônica, poderíamos também deitar na grama, e ficar rolando.Poderíamos ficar sentados no chão da sala ouvindo musicas calmas.Poderíamos fazer uma fogueira no quintal, assar marshmallow, e tocaríamos violão.Poderíamos fazer café-da-manhã, almoço, lanche da tarde e jantar.Poderíamos plantar flores, de várias cores.No final da tarde poderíamos tomar banho de mangueira, ou sentar na área e ouvir o canto dos pássaros.Poderíamos sair distribuindo margaridas, ou até mesmo rosas, pela cidade, sair dando bom dia pros velhinhos e velhinhas do bairro.Poderíamos pegar o ônibus e ir pro centro da cidade tomar milk shake no Bob’s.Poderíamos escrever bilhetinhos de amor um pro outro.Poderíamos ver filmes de romance e acidentalmente chorar, ou de comédia e rir até a barriga doer.Poderíamos até ver filmes de terror, guerra, ou aqueles que todos consideram “chatos”.Que tal, hein? — por Arisia.Que tal, amor? (via
p-r-e-s-e-r-v-a-r)
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Deus costuma usar a solidão para nos ensinar sobre a convivência. Às vezes, usa a raiva para que possamos compreender o infinito valor da paz. Outras vezes usa o tédio, quando quer nos mostrar a importância da aventura e do abandono. Deus costuma usar o silêncio para nos ensinar sobre a responsabilidade do que dizemos. Às vezes usa o cansaço, para que possamos compreender o valor do despertar. Outras vezes usa a doença, quando quer nos mostrar a importância da saúde. Deus costuma usar o fogo, para nos ensinar a andar sobre a água. Às vezes, usa a terra, para que possamos compreender o valor do ar. Outras vezes usa a morte, quando quer nos mostrar a importância da vida. — por Paulo Coelho. (via
f-l-o-r-m-o-s-u-r-a)
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Ninguém tem todas as respostas. Às vezes, o melhor que podemos fazer é pedir desculpas, e deixar passado no passado. Outras vezes precisamos olhar para o futuro e saber que, mesmo quando achamos que vimos de tudo, a vida ainda pode nos surpreender. E ainda podemos surpreender a nós mesmos. — por Gossip Girl. (via
f-l-o-r-m-o-s-u-r-a)
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Cultivar infelicidade é besteira. Gosta de ser besta? Então pare. Plante flores, sonhos, amores, sorrisos. Faça um buraco no teu jardim e enterre e todas essas coisas ruins que você carrega no peito. Tudo isso acumula e não traz lucro. Tente sorrir mais um pouco. As coisas podem sim melhorar, e vão. — por stereo-hearrts (via
c-a-n-a-r-i-o)
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Sabe, quando a gente está com medo de entrar num quarto escuro, a melhor coisa a fazer é entrar de repente, sem pensar. Não adianta nada ficar do lado de fora, vendo fantasmas, imaginando coisas que não existem. Melhor entrar de uma vez. — por stereo-hearrts (via
c-a-n-a-r-i-o)